Os mais criativos sistemas de abrir e fechar capotas

 Os mais criativos sistemas de abrir e fechar capotas

Conheça os veículos conversíveis que conquistaram gerações com seus tetos inovadores

É inegável: carros conversíveis têm um charme único, além da capacidade inerente de atraírem os olhares mais maravilhados do mundo automotivo. Há anos, esses automóveis geram fascínio entre os consumidores, e a principal característica responsável por isso é, sem sombra de dúvida, o sistema de abertura e fechamento das capotas. 

Para condutores ou passageiros, é consensual que o recurso inspire beleza, esportividade e marque um estilo bem característico, que consegue mesclar, ao mesmo tempo, elegância com despojamento. 

Nesse sentido, um aspecto importante fala ainda mais alto no coração dos amantes de conversíveis: o sentimento de liberdade que os carros podem proporcionar, principalmente quando andam por aí com suas extravagantes capotas reclinadas.

Conscientes de tamanha influência, hoje vamos trazer os cinco sistemas de mobilidade de teto mais interessantes já fabricados. Mas não só isso, porque os próprios modelos que os carregam também são um deslumbre à parte. Portanto, se assim como nós, você é apaixonado por conversíveis, divirta-se!

Peugeot 402 Eclipse

Quando inventado, em 1936, o Peugeot 402 Eclipse sacudiu a indústria automotiva da época. Com patente registrada pelo francês Georges Paulin, um designer de automóveis e estilista de carrocerias de origem judaica, o mecanismo elétrico da cobertura de metal foi considerado algo revolucionário.

O equipamento entrava inteiramente no compartimento de acomodação sem sequer se dobrar. Por isso, foi hegemônico por muito tempo, até o surgimento do roadster Mercedes-Benz SLK, que popularizou a capota, já no ano de 1996.

Fairlane 500 Skyliner

Produzido nos Estados Unidos pela montadora Ford, este veículo foi o primeiro e, também, o único a ter peça de metal retrátil e elétrica. O sistema de abertura e fechamento apresenta duas seções que se encaixam no interior do porta-malas.

Automóvel tornado cada vez mais raro com a passagem do tempo, o Fairlane teve menos de 60 mil unidades fabricadas entre os anos de 1957 a 1959.

Civic CRX/Del Sol

Para desenvolver o CRX/Del Sol em 1992 no Japão, a Honda utilizou a mesma base de produção do Civic, na conhecida e movimentada planta da cidade de Suzuka.

O diferencial da capota até então era o acionamento, por meio de botão, de um braço mecânico que tinha a função de içar a tampa traseira, permitindo que dela saísse um suporte que o recolhia após a liberação da trava. Só então a tampa se abaixava.

Chevrolet SSR

Com recurso retrátil acionado eletricamente, a capota do Chevrolet SSR possui lâminas duplas que se inserem dentro de um compartimento na parte traseira que, por sua vez, é fechada por uma tampa dividida em duas áreas.

Contando com o Vortec 5300 do Corvette C6, o modelo norte americano definitivamente não passa despercebido em nenhum lugar.

Porsche 911 Targa

A criação da versão Targa dos Porsche foi, de certa maneira, despretensiosa, uma vez que no ano de fabricação, 1967, a venda de automóveis conversíveis nos Estados Unidos era proibida… sabe-se lá o porquê.

Já nos modelos lançados a partir de 2012, a capota ganhou um visual retrô, porém equipado com acionamento elétrico. Além disso, para alocar a cobertura de tecido no espaço que fica atrás dos bancos menores, o vidro traseiro foi recuado.

Agora fica mais fácil compreender porque os conversíveis provocam tanto encantamento em qualquer lugar. A ação do movimento de recuo e extensão das capotas se mostra bem mais engenhosa do que muita gente imagina a princípio. O que só valoriza o produto, diga-se de passagem! Os entusiastas do designer automotivo agradecem.

Compartilhe